TECIDOS DE PROTEÇÃO PARA ZONAS ATEX

Os tratamentos com fluorocarbono evitam que certos líquidos, como ácidos, penetrem no tecido.

As zonas Atex devem ser tratadas como zonas de alto risco de explosão. Podem ser consideradas empresas deste setor aquelas que tratam com: fabricação de explosivos, refinarias, químicos, fabricação e manipulação de produtos químicos voláteis, armazéns de gás, fabricação de álcool ou destilarias, armazéns de combustíveis, silos ou outro tipo de produtos inflamáveis, etc.

Também devem se proteger as empresas que precisam acessar estas instalações como, por exemplo, as empresas de manutenção, engenharias, empresas auditoras, etc.

Neste setor, o equipamento de proteção individual (EPI) possui a função de evitar que uma faísca causada por carga eletrostática cause uma deflagração (com possível explosão posterior). Além disso, com risco adicional, muitas vezes também deverá proteger perante respingos de determinados produtos (por exemplo, ácidos), portanto é necessário que os tecidos tenham um tratamento de fluorocarbono, que minimiza o risco de penetração de tais líquidos e facilita a sua manutenção. Este tipo de tratamento deverá ser reativado sempre no processo de manutenção industrial.

Estes são os tecidos ignífugos que a Marina Textil desenvolveu para zonas Atex. Clique sobre qualquer um deles para conhecer as suas especificações.

NORMATIVAS QUE DEVEM CUMPRIR OS TECIDOS DE PROTEÇÃO PARA ZONAS ATEX